sábado, 9 de maio de 2009
“Curtindo a Vida”
(Carta de um pai cristão a uma filha pré-adolescente que pensa em “curtir a vida”)
Medite: “Guardai-vos cada um do seu amigo... Assim diz o Senhor: maldito o que confia no homem...” (Jer. 9:4; 17:5). Querida Filha... Resolvi escrever-lhe esta carta por estarmos preocupados com o seu futuro.
Você nasceu em berço cristão e cresceu sob princípios eternos, sendo educada para a vida porvir, ou seja, para a eternidade, e não para este mundo que jaz no maligno. Quando criança, você tinha muito interesse pelas coisas espirituais; era a primeira a nos incentivar para ir à igreja, nos dias de reuniões religiosas, e até escolhia sua própria roupa para vestir. Agora, na sua pré-adolescência, estou lhe achando muito rebelde e longe dos princípios cristãos através dos quais, você foi educada. Seu comportamento não é normal para uma criança que recebeu instruções que nenhuma outra teve tal privilégio.
Fiquei por deveras assustado quando, pela primeira vez, ouvi da sua boca a frase muito popular entre os adolescentes que vivem em “galeras”: “o negócio é curtir a vida”!
Os jovens acham que “curtir a vida” é freqüentar shows de bandas, ou participar de arrastões, ou se fazer presentes a festinhas e ambientes de diversões profanas, incluindo sexo fora do casamento ou namoro no escuro, além do uso de fumo, bebidas alcoólicas e outras drogas. Eles acham que devem viver de ilusões mergulhadas em “sonhos dourados”, se envolvendo com viciados em drogas, fumantes ou consumidores de álcool.
Você nasceu em berço cristão e cresceu sob princípios eternos, sendo educada para a vida porvir, ou seja, para a eternidade, e não para este mundo que jaz no maligno. Quando criança, você tinha muito interesse pelas coisas espirituais; era a primeira a nos incentivar para ir à igreja, nos dias de reuniões religiosas, e até escolhia sua própria roupa para vestir. Agora, na sua pré-adolescência, estou lhe achando muito rebelde e longe dos princípios cristãos através dos quais, você foi educada. Seu comportamento não é normal para uma criança que recebeu instruções que nenhuma outra teve tal privilégio.
Fiquei por deveras assustado quando, pela primeira vez, ouvi da sua boca a frase muito popular entre os adolescentes que vivem em “galeras”: “o negócio é curtir a vida”!
Os jovens acham que “curtir a vida” é freqüentar shows de bandas, ou participar de arrastões, ou se fazer presentes a festinhas e ambientes de diversões profanas, incluindo sexo fora do casamento ou namoro no escuro, além do uso de fumo, bebidas alcoólicas e outras drogas. Eles acham que devem viver de ilusões mergulhadas em “sonhos dourados”, se envolvendo com viciados em drogas, fumantes ou consumidores de álcool.
Jogo malicioso
Aconteça o que acontecer, os jovens do sexo masculino sempre se saem numa boa, enquanto as meninas terminam se machucando, ou seja, se expondo ao ridículo e à vergonha, tendo seu nome enxovalhado, envergonhando seus familiares. Normalmente esses rapazes, depois de explorar e até desvirginar a menina ingênua, combinam com os seus colegas para se aproximarem da jovem e fazer o mesmo. O objetivo é “sair de baixo” quando tudo for descoberto, para não assumir seu ato pecaminoso. Uma vez a jovem permitindo o contato carnal com outros rapazes, o namoradinho malicioso prontamente apresenta sua defesa, justificando seu erro, dizendo que ele não foi o único a manter relações sexuais com a menina, apontando os seus colegas como álibis. Isso acontece com muita freqüência entre os jovens. A mocinha ingênua e seus familiares é que ficam no prejuízo.
Enfim, a grande maioria dos rapazes são uns aproveitadores e, portanto, não são merecedores de confiança. O homem verdadeiro que diz amar uma jovem, ele não a força nem procura tirar-lhe a virgindade. Sendo ele temente a Deus, consciente e responsável, espera pelo casamento em respeito às leis naturais. Os animais que chamamos de “irracionais”, vivem em harmonia com essas leis divinas; só cruzam com uma fêmea quando ela está no cio ou no tempo certo para ser penetrada por um macho. O homem, em sua maioria, desrespeita as leis estabelecidas pelo Divino Arquiteto da Vida, seviciando ou violentando até criancinhas inocentes. As jovens menores de 19 anos não se apercebem do risco que correm enamorando esses “animais irracionais revestidos de pele humana”, que possuem o título de homem, mas, que não passam de “devoradores de virgindades”.
Enfim, a grande maioria dos rapazes são uns aproveitadores e, portanto, não são merecedores de confiança. O homem verdadeiro que diz amar uma jovem, ele não a força nem procura tirar-lhe a virgindade. Sendo ele temente a Deus, consciente e responsável, espera pelo casamento em respeito às leis naturais. Os animais que chamamos de “irracionais”, vivem em harmonia com essas leis divinas; só cruzam com uma fêmea quando ela está no cio ou no tempo certo para ser penetrada por um macho. O homem, em sua maioria, desrespeita as leis estabelecidas pelo Divino Arquiteto da Vida, seviciando ou violentando até criancinhas inocentes. As jovens menores de 19 anos não se apercebem do risco que correm enamorando esses “animais irracionais revestidos de pele humana”, que possuem o título de homem, mas, que não passam de “devoradores de virgindades”.
O que é Curtição?
A palavra “curtição”, muito usada pela “galera”, vem de “curtiço”; é diferente de “cortiço” ("habitação coletiva das classes mais pobres"). Os “cortiços” são geralmente habitados por pessoas de classe mais baixa, tendo como exemplo as cidades de São Paulo e Rio de Janeiro. Esses “cortiços” são habitados, em sua maioria, por migrantes oriundos do Nordeste para tentar a sorte na grande metrópole, deixando para trás a parentela e a seca do sertão da sua terra natal tão sacrificada.
“Curtição” é o ato de “curtir” a pele de animal para transformá-la em couro, uma prática muito comum nos curtumes de beneficiamento de peles. A pele é colocada de molho em uma solução cáustica composta de calcário e tintura de casca de angico, para “curtir”. Essa pele conservada de molho no “curtiço” converte-se em couro que é utilizado no fabrico de sapatos, bolsas e cintos. As mocinhas, portanto, que acham estarem “curtindo a vida”, acompanhando as “galeras”, freqüentando festinhas, bandas ou arrastões, podem estar de molho no “curtiço” para serem levadas futuramente à condição de couro e, finalmente, transformadas em cinto, bolsa ou sapato.
A maioria das juvenis que freqüenta esses ambientes está ali contra a vontade dos seus pais. Com o tempo elas vão se entrosando com as “galeras”, perdendo a vergonha e o pudor, se tornando objetos de prazer sexual, escárnio e humilhação. Essas jovens que vivem de “curtição” não têm compromisso com Deus nem com a religião, e terminam como “garotas-de-programa” (prostitutas) ou mães-solteiras! Algumas têm a sorte de ser amparadas por algum “trouxa” que, às vezes, também é enganado, assumindo um filho que não é dele. Essas estão na condição de bolsa, ou seja, um objeto menos humilhante e desprezível como é o sapato, que é mantido debaixo dos pés, andando sobre sujeiras e terrenos de naturezas diversas. Outras são comparadas a cintos, sendo exploradas ou usadas para sustentar as calças do homem aproveitador que vive como “gigolô”. Esse é o fim das mocinhas que perdem a virgindade fora do casamento ou vivem em festinhas com “amigos”, achando estarem “curtindo a vida” (WILSON DIAS, FEV/2008).
“Curtição” é o ato de “curtir” a pele de animal para transformá-la em couro, uma prática muito comum nos curtumes de beneficiamento de peles. A pele é colocada de molho em uma solução cáustica composta de calcário e tintura de casca de angico, para “curtir”. Essa pele conservada de molho no “curtiço” converte-se em couro que é utilizado no fabrico de sapatos, bolsas e cintos. As mocinhas, portanto, que acham estarem “curtindo a vida”, acompanhando as “galeras”, freqüentando festinhas, bandas ou arrastões, podem estar de molho no “curtiço” para serem levadas futuramente à condição de couro e, finalmente, transformadas em cinto, bolsa ou sapato.
A maioria das juvenis que freqüenta esses ambientes está ali contra a vontade dos seus pais. Com o tempo elas vão se entrosando com as “galeras”, perdendo a vergonha e o pudor, se tornando objetos de prazer sexual, escárnio e humilhação. Essas jovens que vivem de “curtição” não têm compromisso com Deus nem com a religião, e terminam como “garotas-de-programa” (prostitutas) ou mães-solteiras! Algumas têm a sorte de ser amparadas por algum “trouxa” que, às vezes, também é enganado, assumindo um filho que não é dele. Essas estão na condição de bolsa, ou seja, um objeto menos humilhante e desprezível como é o sapato, que é mantido debaixo dos pés, andando sobre sujeiras e terrenos de naturezas diversas. Outras são comparadas a cintos, sendo exploradas ou usadas para sustentar as calças do homem aproveitador que vive como “gigolô”. Esse é o fim das mocinhas que perdem a virgindade fora do casamento ou vivem em festinhas com “amigos”, achando estarem “curtindo a vida” (WILSON DIAS, FEV/2008).
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